29 de julho de 2011

Reabilitação


Ela está tentando se reerguer
Depois da última overdose
Consumiu a vida em excesso
E vida em excesso é droga pesada
Morte anunciada

Misturou álcool, amor e ódio
Tudo no mesmo copo
E depois de vários cigarros
Vários tragos de desesperança
Viu sua alma evaporar feito fumaça
É assim toda vez que a tristeza a abraça
E a seduz como um vício sem cura

[Dan . ]

8 comentários:

  1. Ei, Dan, se a morte foi inevitável, queria que ela tivesse morrido em meus braços.

    ResponderExcluir
  2. Uma turma de primeira aí do lado direito, hein? estudei com todos eles.
    E na classe tinha também uns carinhas chamados Dylan, Bukowski, Raulzito.

    ResponderExcluir
  3. Ei, Dewïzqe, eu cheguei a tempo. Ela morreu em meus braços.

    Dan

    ResponderExcluir
  4. Turma da pesado.Eu também estudei com eles. No tempo em que o fundão era bem frequentado.

    Dan

    ResponderExcluir
  5. Caro colega, sua poesia é excelente, estou em ecstasy.

    ResponderExcluir
  6. Gostei daqui e voltarei mais vezes...

    um abraço

    ResponderExcluir
  7. Nunca coloco amor e ódio na mesma taça,
    a ressaca é terrível.

    ResponderExcluir
  8. Maravilhoso teu espaço!
    Lhe seguindo, e obrigado pela vista.

    Apareça sempre Anderson.
    Boa semana. Abraço

    ResponderExcluir