6 de outubro de 2016

Ângela

Ângela
Quantas mãos te acenam
Quantos corpos se enfrentam
Para em ti se aventurar

Ângela
De fartas ancas
Parcas esperanças
Carregas em teu caminhar

Ah, Ângela
Eu te vi passar
Triste e descrente
Pelos faróis da Faria Lima
Pelas marginais engarrafadas da vida
Pelos becos sem saída
Pelas avenidas em mim.

Anderson Lopes

6 comentários:

  1. Infelizmente há mtas Ângelas no mundo, Andereson!
    Lindos teus versos, menino!

    Beijos e não esqueça de mim, embora eu não me chame Ângela nem seja como ela.

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  2. Olá, meu querido!

    Tudo bem?

    No aguardo de novo post seu.

    Beijos e bom domingo!

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  3. Há quanto tempo, querido Anderson!

    SANTO NATAL E VENTUROSO ANO NOVO!

    Beijos.

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  4. Retribuindo a visita :)

    Doces versos, com o tom certo na sensualidade e na delicadeza do sentimento.

    Conhece uma música francesa tb de nome Angela? De Julien Bensé.. uma delícia!

    Abç

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  5. Oi, "minino"!

    Agradeço de ♥ tua visitinha (já a merecia, né-rs)? e teus votos de feliz ano novo, que retribuo, em dobro.

    Deixa a preguiça de lado, e vamo(s) lá escrever, pke tu o fazes tão bem. Caso não tivesses talento pra isso, o farias, diariamente, como mta gente por aí e por aqui, tb (risos).

    Fico te aguardando, tá?

    Beijos e tudo de bom!

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  6. Minino, então continua nessa preguiça? Ah, eu pego sua orelhinha, pego, pego!
    Acredita k a Ângela está ficando farta de estar, sempre aqui, parada (rs).
    Novo post, lá. Te aguardo!

    Beijinho, lindo!

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